A Polícia Federal iniciou operação de segurança para candidatos à presidência coincidindo com o período de convenções partidárias. O programa pode atender até dez candidaturas que disputem o cargo máximo do país.
O senador Flávio Bolsonaro, filiado ao PL, decidiu não aceitar a proteção oferecida pela corporação. A recusa está relacionada à desconfiança que o parlamentar mantém em relação ao diretor-geral da Polícia Federal.
A iniciativa da PF ocorre em momento de mobilização das siglas para definir seus nomes para a corrida presidencial, com as convenções acontecendo conforme o calendário eleitoral previsto.
Com informações de cartacapital.com.br.