Romeu Zema, pré-candidato do Novo à Presidência, defendeu nesta quarta-feira o direito do ex-presidente Jair Bolsonaro se comunicar por cartas durante prisão domiciliar. A declaração foi feita em encontro com pré-candidatos do partido em Guarulhos, na Grande São Paulo, um dia após Zema já ter chamado de “algo mais do que normal” o envio de correspondência por presos.
O mineiro voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Zema questionou por que o ex-presidente recebeu tratamento diferente do que Lula teve e pediu que Moraes se declare suspeito para julgar a questão. “Qualquer preso no Brasil tem direito de receber e escrever correspondência”, afirmou. A polêmica começou quando Moraes restringiu visitas do senador Flávio Bolsonaro após a leitura pública de uma carta do pai em rede social.
Questionado sobre pesquisa que o mostra com apenas 2% das intenções de voto em primeiro turno, Zema minimizou o resultado. Ele garantiu que o cenário eleitoral ainda vai mudar e que o brasileiro só vai se interessar pelas eleições na reta final, durante os debates. “Em 2018 foi assim”, comparou.
Para crescer nacionalmente, Zema prometeu rodar o Brasil inteiro. O ex-governador destacou sua experiência no setor privado e afirmou ter gerado um milhão de empregos em Minas Gerais. Ao provocar rivais sem citar nomes, disse que tem “curtição e não só sobrenome”, diferente de seus concorrentes.
Com informações de g1.globo.com.