O Brasil está perto de esgotar sua cota de exportação de carne bovina para a China sem tarifa de 55%. Segundo dados da Stonex, já foram utilizados 98,5% do limite permitido, deixando pouca margem para novas vendas.
Com o espaço reduzido na cota, frigoríficos começaram a adotar medidas para controlar a produção. Redução de abates e férias coletivas estão entre as estratégias das empresas para se adequar ao cenário.
A situação reflete a dependência do setor de proteína animal em relação ao mercado chinês, que oferece preços melhores quando não há incidência da tarifa pesada. Quando a cota se esgota, as exportações ficam sujeitas ao imposto de 55%, reduzindo a margem de lucro das empresas.
Com informações de poder360.com.br.